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Empreendedores assinam contrato de incubação no Parque Tecnológico Itaipu

19/02/19
sri_adm

Empreendedores assinam contrato de incubação no Parque Tecnológico Itaipu

Na tarde da última quinta-feira, 14, mais três empresas passaram a integrar a Incubadora Santos Dumont, do Parque Tecnológico Itaipu, na unidade PTI.  “Contem conosco nessa trilha de empreendedorismo”, discursou o gestor do programa de Desenvolvimento de Negócios do Parque, Pedro Sella.

As recém-incubadas passaram por um processo que iniciou em 2018, onde mais de 120 projetos se inscreveram para tentar uma das nove vagas totais da Incubadora, distribuídas nas três unidades (PTI, Uniamérica e Marechal Cândido Rondon). Após três meses de workshops juntamente com todos os inscritos, os empreendedores apresentaram suas ideias a uma banca avaliadora, composta por investidores. Os aprovados conquistaram a tão desejada vaga para incubação.

Uma das empresas que assinou o contrato foi a TARS, das jovens Bianca Lahm Gomes e Natalia Teixeira Gabriel da Silva, que desenvolveram um game de realidade aumentada para ajudar na divulgação de atrativos turísticos. “Nosso objetivo é usar Foz do Iguaçu como a cidade piloto da nossa solução para depois expandir”, planejam.

Já visando o setor do agronegócio, o grupo Rafael Ghelardi, Aécio de Paula Filho e João Vitor Ell, desenvolvedores da Neue, criaram uma forma de rastreamento de toda a cadeia produtiva do leite. “Nossos plano, com o apoio do PTI, é fazer um bom planejamento estratégico da empresa, visando atender as necessidades do mercado e não ficarmos restritos somente ao projeto que apresentamos ao PTI”, já visualiza Ghelardi.

A terceira empresa que assinou contrato ontem foi a SuperMart, de Márcio Vieira Scherer. O projeto é uma plataforma onde clientes podem pesquisar preços de produtos cadastrados. Já para os mercados, é mais como um canal de vendas. A expectativa, agora, é “fazer melhorias dentro do site e dar mais qualidade na nossa divulgação. Estando dentro do PTI, vamos alavancar esses dois pilares, porque esse nome, com certeza, vai abrir muitas portas”.

Com o contrato assinado, as empresas, agora, se enquadram na categoria “Monomotor” da metodologia da Incubadora, onde o objetivo é inserir os produtos no mercado. A evolução será gradativa, onde as empresas deverão passar por fases de aumento de portfólio, estruturação da empresa e ganhar mais mercado sustentavelmente. A caminhada dos empresários no PTI é de, aproximadamente, três anos até a graduação.

“Agora, com o apoio do Parque, nosso desejo é ver essas empresas trabalhando para a geração de renda e conhecimento, para a projeção da região. O que elas desenvolvem não são apenas invenções, mas inovação”, finaliza o diretor superintendente do Parque Tecnológico Itaipu, Jorge Callado.

Fonte: PTI