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Projeto de estudantes brasileiros é um dos favoritos a prêmio mundial de inovação

02/07/19
sri_adm

Projeto de estudantes brasileiros é um dos favoritos a prêmio mundial de inovação

O projeto desenvolvido por alunos de robótica do Colégio Liceu Franco-Brasileiro, no Rio de Janeiro, está fazendo o maior sucesso na internet. O Cosmocup, coletor menstrual para astronautas, é um dos finalistas do prêmio Global Innovation, da organização norte-americana FIRST, que reconhece as principais inovações desenvolvidas por estudantes de robótica em todo o mundo. O vencedor do prêmio será anunciado no dia 2 de julho em San José, Califórnia, nos Estados Unidos.

Enquanto isso, na categoria voto popular, o Cosmocup é o queridinho dos internautas. O projeto lidera a votação e você também pode participar. Para dar o seu voto, é só acessar o site do prêmio.

Mais de 40 mil equipes de 74 países participaram dos torneios FIRST LEGO League na temporada 2018/2019. Apenas 20 delas, como a carioca FrancoDroid, são finalistas.

No Brasil, o organizador oficial dos torneios de robótica é o Serviço Social da Indústria (SESI). Se a equipe brasileira ficar em 1º lugar na premiação oficial, ela levará U$ 20 mil (cerca de R$ 80 mil reais), valor que deve ser investido no desenvolvimento do projeto ou em atividades relacionadas à robótica. Outras duas equipes finalistas receberão U$ 5 mil (R$ 20 mil), cada.

Para a professora e técnica da equipe, Rosângela Nezi, o prêmio é importante porque valoriza as ideias e pensamentos de toda uma geração. “É um prêmio para crianças e adolescentes que vão crescer e serão adultos responsáveis por solucionar os problemas do mundo. É o que a gente deseja”, diz.

O diretor de Operações do SESI, Paulo Mól, considera que a participação no prêmio reforça o potencial dos estudantes brasileiros. “A robótica vai muito além da disputa com robôs. Há ganhos extraordinários em criatividade, inovação e empreendedorismo. Eles são estimulados a pensar em um mundo melhor do que temos hoje. Além disso, estes alunos entram na mira de empresas e universidades internacionais”, afirma.

Fonte: CNI